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As Contas de Deus

Um blogue, alguns números ... opiniões, a Palavra vivida, ... em Missão !!! EVANGELIZAR !!!

As Contas de Deus

Um blogue, alguns números ... opiniões, a Palavra vivida, ... em Missão !!! EVANGELIZAR !!!

Presença e Perseverança

Verdade!

Eis que completo 20 anos ao serviço da catequese … ininterruptamente!

Um numero redondo, apenas um marco a assinalar!

Já sei tudo? não ... Claro que não … até morrer estamos sempre a aprender, com a vida e com os outros que se cruzam nos caminhos!

 

Já conheço diferentes e variadas dinâmicas, jogos, propostas e apresentações ? sim mas … muitas haverá a descobrir, assim verifico em cada formação em que me inscrevo!

 

Continuo com a mesma força e vontade? Sim mas por vezes com horários apertados, preterindo de tempos de lazer, …

 

As metodologias e os catequizandos estão iguais? claro que não! Tudo muda, tudo evolui rapidamente e sobre isso não detemos nenhum poder. Não nos podemos acomodar. Antes modernizar, aceitar a evolução e adaptar!

 

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A Fé aumentou? Sim e muito … obrigou-me a estudar, a conhecer, a esclarecer e a amar!

 

O que se manteve nestes 20 anos?

 

A palavra de Deus, sempre atual, sempre fresca, sempre com respostas aos enigmas dos nossos dias… afinal é DEUS que fala, que aconselha, que arrebate pela sua beleza, simplicidade e presença!

 

Deve ser também esta a atitude do cristão, de nós mesmos, seus filhos: a perseverança e a presença!

 

Que daqui a 20 outros cá estejamos: a evangelizar e a aprender!

 

Afinal de contas não foi essa a ordem que recebemos no dia do nosso batismo?

 

Ser sacerdotes … o sacerdócio de O levar aos outros!

Ser profetas … de anunciar a PALAVRA na vida, na catequese, no blogue …

Ser reis … de um reinado diferente … o reinado do serviço!

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Ser o 1º !

Ontem, como hoje como sempre será … o homem está formatado a ser o 1º.

Quer ser 1º em diversos domínios: 1º ministro, o 1º chefe, o 1º da turma, o 1º a completar, o 1º a alcançar a felicidade … enfim o 1º!

 

No íntimo de cada um, está presente a vontade efectiva de fazer o melhor 1º!

 

“Na verdade os primeiros serão os últimos e os últimos serão os primeiros” Mt 20:16

Diz-nos o evangelho de Mateus a propósito da bondade Deus e da verdade que muitos rejeitam que Deus é e será sempre Justo...

o JUSTO dos JUSTOS!

 

 

Não obstante, anuncia o papa Francisco, num contexto já da misericórdia:

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Aqui podemos experimentar o quão difícil é para alguns viver na graça da misericordia!

Ser assim o 1º  a dar estes passos nas situações fraturantes, quando nasce a discórdia, aquando da separação, enfim nas diversas realidades familiares, pessoais, profissionais!

 

Conseguir atingir este pleno eleva-nos a 1 patamar superior … bem superior!

 

rostos muito mais semelhantes a Deus!

 

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Conseguiremos?!

 

 

2016 … deixemos que Jesus Reine!

Bem vindos a 2016!

 

Eis que finalizamos as festas do Natal 2015, celebramos a Epifania, virão os Reis e o Baptismo do Senhor!

 

Neste novo ano façamos propósitos renovados e que Ele reine com fervor nos nossos dias, nas nossas vidas e nas comunidades.

 

1 reinado tão diferente e singular dos demais, 1 reinado de paz, alegria, motivação, evangelização!

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Após a caminhada Advento - Natal 2015 da abertura das portas do nosso "EU" à bondade de Deus … é tempo de prosseguir caminho neste ano jubilar que certamente nos enriquecerá ainda mais…

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Consigamos também chegar + aos outros, com o coração + puro, com mãos desocupadas e com tantos instrumentos ao nosso dispor.

 

Conta connosco!

Assim Deus queira!

 

A indulgência, JUBILEU EXTRAORDINÁRIO DA MISERICÓRDIA

Não obstante já divulgado, em Setembro 2015, deixo aqui a carta do papa Francisco, nela é mencionada a indulgência jubilar, e a forma de a obter …

 

a transcrição:

CARTA DO PAPA FRANCISCO

COM A QUAL SE CONCEDE A INDULGÊNCIA 
POR OCASIÃO DO JUBILEU EXTRAORDINÁRIO DA MISERICÓRDIA

Papa Francisco em frente à Porta Santa - Ano Jubilar da Misericórdia.jpg

 

A proximidade do Jubileu Extraordinário da Misericórdia permite-me focar alguns pontos sobre os quais considero importante intervir para consentir que a celebração do Ano Santo seja para todos os crentes um verdadeiro momento de encontro com a misericórdia de Deus. Com efeito, desejo que o Jubileu seja uma experiência viva da proximidade do Pai, como se quiséssemos sentir pessoalmente a sua ternura, para que a fé de cada crente se revigore e assim o testemunho se torne cada vez mais eficaz.

O meu pensamento dirige-se, em primeiro lugar, a todos os fiéis que em cada Diocese, ou como peregrinos em Roma, viverem a graça do Jubileu. Espero que a indulgência jubilar chegue a cada um como uma experiência genuína da misericórdia de Deus, a qual vai ao encontro de todos com o rosto do Pai que acolhe e perdoa, esquecendo completamente o pecado cometido. Para viver e obter a indulgência os fiéis são chamados a realizar uma breve peregrinação rumo à Porta Santa, aberta em cada Catedral ou nas igrejas estabelecidas pelo Bispo diocesano, e nas quatro Basílicas Papais em Roma, como sinal do profundo desejo de verdadeira conversão. Estabeleço igualmente que se possa obter a indulgência nos Santuários onde se abrir a Porta da Misericórdia e nas igrejas que tradicionalmente são identificadas como Jubilares. É importante que este momento esteja unido, em primeiro lugar, ao Sacramento da Reconciliação e à celebração da santa Eucaristia com uma reflexão sobre a misericórdia. Será necessário acompanhar estas celebrações com a profissão de fé e com a oração por mim e pelas intenções que trago no coração para o bem da Igreja e do mundo inteiro.

 

Penso também em quantos, por diversos motivos, estiverem impossibilitados de ir até à Porta Santa, sobretudo os doentes e as pessoas idosas e sós, que muitas vezes se encontram em condições de não poder sair de casa. Para eles será de grande ajuda viver a enfermidade e o sofrimento como experiência de proximidade ao Senhor que no mistério da sua paixão, morte e ressurreição indica a via mestra para dar sentido à dor e à solidão. Viver com fé e esperança jubilosa este momento de provação, recebendo a comunhão ou participando na santa Missa e na oração comunitária, inclusive através dos vários meios de comunicação, será para eles o modo de obter a indulgência jubilar. O meu pensamento dirige-se também aos encarcerados, que experimentam a limitação da sua liberdade. O Jubileu constituiu sempre a oportunidade de uma grande amnistia, destinada a envolver muitas pessoas que, mesmo merecedoras de punição, todavia tomaram consciência da injustiça perpetrada e desejam sinceramente inserir-se de novo na sociedade, oferecendo o seu contributo honesto. A todos eles chegue concretamente a misericórdia do Pai que quer estar próximo de quem mais necessita do seu perdão. Nas capelas dos cárceres poderão obter a indulgência, e todas as vezes que passarem pela porta da sua cela, dirigindo o pensamento e a oração ao Pai, que este gesto signifique para eles a passagem pela Porta Santa, porque a misericórdia de Deus, capaz de mudar os corações, consegue também transformar as grades em experiência de liberdade.

 

 

Eu pedi que a Igreja redescubra neste tempo jubilar a riqueza contida nas obras de misericórdia corporais e espirituais. De facto, a experiência da misericórdia torna-se visível no testemunho de sinais concretos como o próprio Jesus nos ensinou. Todas as vezes que um fiel viver uma ou mais destas obras pessoalmente obterá sem dúvida a indulgência jubilar. Daqui o compromisso a viver de misericórdia para alcançar a graça do perdão completo e exaustivo pela força do amor do Pai que não exclui ninguém. Portanto, tratar-se-á de uma indulgência jubilar plena, fruto do próprio evento que é celebrado e vivido com fé, esperança e caridade.

 

Enfim, a indulgência jubilar pode ser obtida também para quantos faleceram. A eles estamos unidos pelo testemunho de fé e caridade que nos deixaram. Assim como os recordamos na celebração eucarística, também podemos, no grande mistério da comunhão dos Santos, rezar por eles, para que o rosto misericordioso do Pai os liberte de qualquer resíduo de culpa e possa abraçá-los na beatitude sem fim.

 

Um dos graves problemas do nosso tempo é certamente a alterada relação com a vida. Uma mentalidade muito difundida já fez perder a necessária sensibilidade pessoal e social pelo acolhimento de uma nova vida. O drama do aborto é vivido por alguns com uma consciência superficial, quase sem se dar conta do gravíssimo mal que um gesto semelhante comporta. Muitos outros, ao contrário, mesmo vivendo este momento como uma derrota, julgam que não têm outro caminho a percorrer. Penso, de maneira particular, em todas as mulheres que recorreram ao aborto. Conheço bem os condicionamentos que as levaram a tomar esta decisão. Sei que é um drama existencial e moral. Encontrei muitas mulheres que traziam no seu coração a cicatriz causada por esta escolha sofrida e dolorosa. O que aconteceu é profundamente injusto; contudo, só a sua verdadeira compreensão pode impedir que se perca a esperança. O perdão de Deus não pode ser negado a quem quer que esteja arrependido, sobretudo quando com coração sincero se aproxima do Sacramento da Confissão para obter a reconciliação com o Pai. Também por este motivo, não obstante qualquer disposição em contrário, decidi conceder a todos os sacerdotes para o Ano Jubilar a faculdade de absolver do pecado de aborto quantos o cometeram e, arrependidos de coração, pedirem que lhes seja perdoado. Os sacerdotes se preparem para esta grande tarefa sabendo conjugar palavras de acolhimento genuíno com uma reflexão que ajude a compreender o pecado cometido, e indicar um percurso de conversão autêntica para conseguir entender o verdadeiro e generoso perdão do Pai, que tudo renova com a sua presença.

 

Uma última consideração é dirigida aos fiéis que por diversos motivos sentem o desejo de frequentar as igrejas oficiadas pelos sacerdotes da Fraternidade São Pio X. Este Ano Jubilar da Misericórdia não exclui ninguém. De diversas partes, alguns irmãos Bispos referiram-me acerca da sua boa fé e prática sacramental, porém unida à dificuldade de viver uma condição pastoralmente árdua. Confio que no futuro próximo se possam encontrar soluções para recuperar a plena comunhão com os sacerdotes e os superiores da Fraternidade. Entretanto, movido pela exigência de corresponder ao bem destes fiéis, estabeleço por minha própria vontade que quantos, durante o Ano Santo da Misericórdia, se aproximarem para celebrar o Sacramento da Reconciliação junto dos sacerdotes da Fraternidade São Pio X, recebam validamente e licitamente a absolvição dos seus pecados.

Confiando na intercessão da Mãe da Misericórdia, recomendo à sua proteção a preparação deste Jubileu Extraordinário.

Vaticano, 1 de Setembro de 2015 Franciscus

 

 

A CHAVE …

No seguimento deste ano extraordinário da misericórdia e aquando da celebração da abertura da porta santa, na Sé de Aveiro, o nosso Bispo D. António Moiteiro, entregou no momento de ação de graças uma CHAVE a cada paróquia.

Símbolo de que todos podemos entrar, todos mesmo sem exceção! Todos somos chamados a experimentar a misericórdia de Deus!

 

A chave entregue a cada paróquia lembra-nos também que fazemos parte de uma igreja Universal e a sair dos pequenos mundos por onde evangelizamos ou celebramos a fé!

 

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A chave lembra-nos que temos uma diocese em ligação estreita ao seu papa, que de forma sábia e ajudado pelo Espirito Santo, marcou este ano jubilar, precisamente após o sínodo extraordinário sobre a Família!

Somos assim a família de Deus, nos tempos de hoje, chamada a proclamar viver e evangelizar a MISERICÓRDIA, tão esquecida, tão ignorada na sociedade.

Igreja de Roma, de Portugal, Aveiro, da tua e da minha vida, igreja peregrina e atuante a caminhar por forma a ser mais MISERICORDIOSA COMO O PAI É! …

 

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